Mais um ano se vai, levando sonhos encerrados e outros inacabados, realizações programadas ou não, aprendizagens de tipos diferentes, novos aromas, novas flores, novos sabores... Lágrimas e sorrisos contracenando dentre datas, as vezes, quando não havia vitória para um dos lados, uma monotonia se instalava. A imaginação voando livre, abraços apertados, saudades furta cor, brincadeiras com sabor bandido, amadurecimento que vão desde a alma até a mente. O raiar do sol a cada dia diferente apesar de parecer tão igual assim como as noites com estrelas ou nuvens. Olhares perdidos na multidão, filmes de baixo da coberta... Tantas coisas ruins que diminuíam a cada coisa boa que vai ocorrendo, é uma sensação gostosa de se sentir... Sempre esperamos que, quando acordemos na manhã seguinte, tudo esteja diferente, que coisas boas permaneçam na memória, que tudo fique positivo... Pode vir 2014, venha sem medo e sem susto, seja bem vindo...terça-feira, 31 de dezembro de 2013
2014
Mais um ano se vai, levando sonhos encerrados e outros inacabados, realizações programadas ou não, aprendizagens de tipos diferentes, novos aromas, novas flores, novos sabores... Lágrimas e sorrisos contracenando dentre datas, as vezes, quando não havia vitória para um dos lados, uma monotonia se instalava. A imaginação voando livre, abraços apertados, saudades furta cor, brincadeiras com sabor bandido, amadurecimento que vão desde a alma até a mente. O raiar do sol a cada dia diferente apesar de parecer tão igual assim como as noites com estrelas ou nuvens. Olhares perdidos na multidão, filmes de baixo da coberta... Tantas coisas ruins que diminuíam a cada coisa boa que vai ocorrendo, é uma sensação gostosa de se sentir... Sempre esperamos que, quando acordemos na manhã seguinte, tudo esteja diferente, que coisas boas permaneçam na memória, que tudo fique positivo... Pode vir 2014, venha sem medo e sem susto, seja bem vindo...domingo, 29 de dezembro de 2013
Epitácio
Sentada em um canto sem luz, apenas uma janela aberta trazendo uma brisa gélida que bate no rosto de forma inquietante, a agoniar desde os cabelos até os dedos dos pés. Quieta, observando a parede antes arroxeadas, agora de tons negros sombrios, pensando em como fora o decorrer de seu ano.
Sabe quando não se tem muito a dizer? Era assim que se sentia, e como não? Passara os dias demonstrando um nada atrás de outro, sem sorrisos quando sentia-se bem, nada de lágrimas quando estava triste, sempre a mesma cara sem informações. Abraçava às pernas fortemente, fora um erro? Acreditava que sim. Poderia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sul nascer, queria ter sorriso mais, tido menos preocupações e fazer o que queria fazer.
Agora era só esperar, esperar que ela matasse esse amo e tomasse o controle do ano que estava para nascer. Tudo o que desejava era isso...
Sabe quando não se tem muito a dizer? Era assim que se sentia, e como não? Passara os dias demonstrando um nada atrás de outro, sem sorrisos quando sentia-se bem, nada de lágrimas quando estava triste, sempre a mesma cara sem informações. Abraçava às pernas fortemente, fora um erro? Acreditava que sim. Poderia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sul nascer, queria ter sorriso mais, tido menos preocupações e fazer o que queria fazer.
Agora era só esperar, esperar que ela matasse esse amo e tomasse o controle do ano que estava para nascer. Tudo o que desejava era isso...
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
À espera
Dias de calmaria... Você se sente segura, mas ao mesmo tempo se borra de medo de algo sem motivo por ter consciência de que uma tempestade forte está vindo. Você observa a chuva que está para cai admirada, os pelos do corpo arrepiados, algo que pode te derrubar vai se aproximando e não pode-se preparar já que é sempre uma surpresa, como uma rasteira bem dada.
Hoje estou sorrindo ao mesmo tempo que rolam lágrimas, sempre há merda ou espinhos no chão para afundar nossos pés descalços, quando demos sorte achamos rosas de pétalas macias ou, quando a sorte é pouca, um chão puramente plano. Só nos ajuda a nos proteger o pensamento de que nossos amigos nos auxiliaram apesar de alguns sempre virarem as costas.
Sabe quando você para em um cruzamento sem saber para onde ir? Fica na esquina, pensando nas possibilidades -- os prós e os contra de cada caminho. é só esperar para ver o que acontece, para saber se o céu vai cair ou se um mundo vai se acabar para que um novo possa nascer.
Hoje estou sorrindo ao mesmo tempo que rolam lágrimas, sempre há merda ou espinhos no chão para afundar nossos pés descalços, quando demos sorte achamos rosas de pétalas macias ou, quando a sorte é pouca, um chão puramente plano. Só nos ajuda a nos proteger o pensamento de que nossos amigos nos auxiliaram apesar de alguns sempre virarem as costas.
Sabe quando você para em um cruzamento sem saber para onde ir? Fica na esquina, pensando nas possibilidades -- os prós e os contra de cada caminho. é só esperar para ver o que acontece, para saber se o céu vai cair ou se um mundo vai se acabar para que um novo possa nascer.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Liberdade, abra as asa sobre nós
Eu quero chegar até o céu, beijar cada uma das milhões de estrelas de todo o universo, ter um caso com a lua, dormir uma noite em cada nuvem, ouvir bem de pertinho o cantar de pássaros sem gaiola, sentir a brisa correr pelo azul sem fim, cantar com os curumins, tornar-se esposa do sol e assim caminhar para um sereno sonho profundo.
Quero correr descalça de Manaus a Tóquio, sentindo o solo variado nos meus pés; subir uma montanha e quem sabe tomar café em seu topo, rodopiar com os tornados, fazer companhia ao saci, procurar o curupira para com ele fazer uma festa e montar na mula sem cabeça enquanto prepara mashimellow no fogo que sai de seu pescoço.
Mergulhar até os recifes de corais, nadar ao lado desde golfinhos até tubarões, usar o estômago de uma baleia como meio de transporte para sair pela cavidade em que ela respira, brincar dentre as centenas de estrelas-do-mar, buscar sereias...
Eu só quero deixar sem limite a imaginação já que é somente com ela sem nada a prender que um dia conseguimos chegar a um estado de paz, voar nas asas da liberdade e sentir teu gosto.Meu maior medo
Não é de não fazer amigos que tenho medo, julgava-me uma anti-social, mas onde já se viu um ser solitário com imã para amizades? Meu medo é se apegar demais as pessoas para depois vê-las partir do nada ou serem afastadas de mim por um terceiro.
É cruel para qualquer coração dizer adeus, mesmo que seja só um "até logo".
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Só isso, mais nada...
Sei não, tem dias que estou nas nuvens, outros que me encontro fincada no chão e outros que fico no meio termo. Sou como o mar, instável - bela comparação. Não tenho nada específico a comentar, nada ocorreu, pena, hoje tinha cara de ser maravilhoso. Quem sabe num outro dia tudo esteja melhor?
13 de janeiro de 2011
Cara amiga,
Não sei o motivo ao certo só que me sinto solitária neste dia ou quem sabe um fardo daqueles bem pesados. Para ficar um dia mais drástico eu aconselhava chuva. Você está com seus problemas, não tem noção do quanto eu estou preocupada, do quanto quero estar ai... Vontade louca de chorar muito até surgir um rio, nesta cidade, cada vez mais me sinto perdida. Pode ser um baita drama ou momento de raiva, por isso resolvi caminhar, colocar as idéias no lugar, contemplar melhor o céu. A muito tempo não escrevo nada decente, pode ser a má fase. É, eu não sou a mulher maravilha que achei ser, não chego aos pés nem da Júvia ou da Lucy, não tenho o espírito da Yuno - este viria bem a calhar - nem o coração da Mei... Sou uma criança crescida afinal, totalmente sem maturidade. Acho que você é a única que me entende. Todos me olham com cara de pena... O problema me persegue ou eu sou o grande problema da vida de todos. Às pessoas não tem salvação como um dia eu pensei.
Preciso de sua ajuda
Melissa A. Silva
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Help?!
Posso não ser a bonequinha meiga e perfeita, posso não ser a melhor pessoas para se falar de amor e nem aquele bibelô bonzinho de modos angelicais.
Nunca me imaginei ser perfeita ou a mais bonita, sempre preferi ser mais reservada, mais centrada no lado intelectual de ser. É estranho gostar de alguém sendo assim, você tenta imaginar o que atrairia aquele cara para você ou quando alguém gosta de ti, é imaginar o que viram em uma pessoa tão "escondida".
Te cobram tanto que acaba se perdendo em sua própria mente, o pior lugar que para isso ocorrer, nada pode estar ruim, se disser que esta triste vão achar mero drama de uma adolescente surtada e que faz tempestade em copo de água. Ninguém nunca entende o que se passa na minha cabeça, o que escondo atrás de sorrisos tão reais, preferem julgar de primeira ou só acreditar nas coisas que vêem.
Eu só queria uma paz, nem que por poucos dias. Aquele abraço gostoso só para ouvir o quanto odeio tal ato, mas por dentro estar amando. Brincadeiras suaves e ao mesmo tempo amigáveis para com às pessoas especiais... A saudade sempre no peito a apertar o coração já sofrido. Tanta coisa a ocupar a cabeça, desde preocupações até um sentimento de orgulho e muitos outros que se misturam ao meu cotidiano.
No fim, a mesma conclusão de tudo, sorrir é sempre o melhor remédio para qualquer ferida, independente de sua profundidade.
Rey Lockser Fullbuster
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
End Dream
O que é isso? Não entendo mais nada, se é que um dia esteve tudo a meu controle... A garganta está cheia de palavras querendo sair, mas nenhuma eu deixo escapar, palavras quando não são planejadas machucam e quando chegam atrasadas não surtem efeito, o que te dá um certo tempo para procurá-las, dificulta o trabalho não ter noção do que se passa na cabeça das outras pessoas. Uns acham tal jogo divertido, não o levam a sério, mas pra mim cada passo é um perigo mortal. A sociedade não é para mim, seguir o extinto do ser humano para mim é pisar em facas, já que, com tantas diferenças no mundo e eu ainda tentando agradar a todos.
Eu tento ter a amizade de todos, na verdade tento mantê-las, mas cada qual com seu gênio diferenciado é uma malha fina. A vezes rola de o coração fazer arte, maldade maior é quem ele escolhe.
sábado, 16 de novembro de 2013
Carta anônimo
Como faz falta colocar minhas confusões em um papel secreto,
nunca da em nada, assumo de primeira, mas eu ao menos fico mais calma do que
falando com outra pessoa. Todos parecem saber que eu e a sociedade estamos
brigadas desde que nasci, explicar melhor, não sou de ter muitas amizades
fico com quatro no máximo (imagine eu entre oito pessoas?!). Sei lá, acho que
tenho sério problemas com isso. Talvez seja esse meu desconforto perante uma
grande aglomeração de pessoas que não me permita ter um namorado, quem sabe
seja a minha timidez astronômica que meio que me force a dizer o tão temido
“não” que estou acostumada a ouvir também.
Tolice pensar assim, namorados são fardos que ainda não tenho força para carregar. Apesar de tal pensamento, parece complô! Casais passam por mim como se dissessem "isso é para o seu recalque". Estou é ficando paranoica, afinal, este é o ano de Santo Antônio (o casamenteiro), todas rezando para ele atrás de marido. Deus me defenda de ter um garoto chato e suado me azucrinando o juízo.
Falo desse jeito para disfarçar, para mostrar que não tenho um por não precisar. Ha! Todos querem carinho, desde um leão até um passarinho. Maldita timidez... Se eu pudesse arrancá-la já o teria feito, mas não se pode. Maldade da vida ter implantado ela quando eu nasci. Os garotos e suas complexividades não ajudam muito, ai ai, só complicam.
Enquanto isso, vivo no meu canto, fugindo de tudo e de todos, ofuscando-me no escuro, onde me sinto segura. Ninguém precisa me notar não, sempre estive melhor atrás do holofote, mais confortável do que ter que equilibrar suas vontades com a de outras pessoas ou ter que aguentar ouvir asneira só por não querer brigar. Sou mais feliz aqui, na escuridão, a luz já não me quer (recíproco), só não quero morrer sozinha o resto é lucro.
Pseudônimo Melissa Lazzarolli
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Paz parcial
Que tal pessoas frias? Mistérios as cercam assim como uma bateria esconde suas emoções. Uma tentativa de desvendá-las é como cair em poço fundo, as vezes há a sorte de ter uma escada ou coisa do tipo para salvá-los, mas,e quando não há? Esse tipo de gente não age pelos sentimentos, quanto menos os usar melhor, mas tem vezes que não aguentam tanta dor oprimida acumulada e uma hora tudo desmorona. Vê-las chorar... Algo raro, difícil de ter acesso, já que costumam se lamentar em local reservado, sem gente para os observar e/ou julgar. Ao menos sabem o que esperar do mundo, sabem agir com os momentos, só não sabem líder com outros humanos, geralmente se refugiam na escuridão dos cantos, evitando contrário (seja ele direto ou indireto) com as pessoas. Uns pobres incompreendidos, mentes complexas, sofrendo por seus dons e ao mesmo tempo castigos.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Paradoxo
Mesmo o céu nublado, eu consigo ver as estrelas, não com total nitidez, mas quase tão bem que não me sinto só. Apesar disso, espero sorrindo as gotas de chuva, serão muito bem-vindas quando chegarem, claro, porque temer algo que tenta te ajudar do seu jeito torto? Todos querem a perfeição de algum jeito, seja subliminar ou escancarado, não há almas puras que vivam nesse mundo, mas há as que tentam, não que seja um erro, mas estão combatendo a podridão, algo tão comum que se tornou invisível. "Para que ver o que é ruim? Melhor é escondê-lo..." Ninguém quer ver a verdade ou que alguém descubra tal conhecimento, fechar os olhos é muito mais fácil, sonhos são doces e perfeitas ilusões, melhor eles que a própria realidade. Queria poder viver em um mundo calmo, mas se tornaria monótono. Idealizar o impossível parece ser um passatempo assim como criticar as coisas ruins após tanto tempo delas acontecendo com consentimento do povo. Quando acabar, ainda querem me fazer acreditar que a confusa (a insana da história) sou eu. Um mundo de hipócritas seguidores de uma falsa lógica na qual esconder pois pensamentos, as ideologias, é questão de sobrevivência.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Sentimentos Soltos
Um silêncio infernal ressoa no meu ouvido apesar da televisão ligada aliada ao celular. Minha cabeça, mais uma vez, não está em sua órbita normal -- se é que tem algo de normal na minha mente. Aquele sentimento de confusão, você nunca sabe por onde trilhar, para onde ir ou até no que dizer para pessoas tão próximas... Nada em ordem, tudo solto pelo ar, quem em sã seria capaz de capturá-las e trazer de volta? Eu nem sabia se queria aquilo, de loucura já estava farta... Mentira, estava farta de viver na monotonia desta loucura.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Uma dama misteriosa
Perguntam-me o motivo de eu não ter medo da noite, de não teme-la em seu esplendor, de ser tão feliz quando esta domina o céu. Tais questionamentos me fazem rir. Como posso sentir repulsa de algo que me aqueceu durante anos? Algo que me acolheu em sua parcial escuridão, me ensinando a gostar das coisas simples da vida? Nunca cuspiria no prato no qual comi. Se a chuva está junto a ela, ai sim me sinto em casa. E por que não? Pingos grossos caindo sobre sua cabeça como mil alfinetes finos... Para uns agoniante, mas para mim comuns já que minhas ideias são de tal aspeto. Relaxante é ver as estrelas, minhas coleguinhas confusas que me ajudavam a sonhar. Ainda não entendo o motivo de temer a dama que me envolveu em teus braços quando eu precisei, que me consolou quando ninguém mais foi capaz, a única que não virou as costas quando muitos me viram como meia laranja já espremida, sem mais nada para ser retirado. Ela fez-me sentir como laranja nova, recém tirada do pé. Estranhas comparações, mas só para dar-lhe uma básica noção. Tanto carinho que trocamos, por que ter medo dela? Logo ela, que quer tão bem a todos... Parece que apenas eu a conheci em tal perfeição, serei especial a este ponto? Acho que apenas consigo ver a vida de uma maneira diferente, de uma forma mais mágica. Sentir calafrios de frio durante as noturnas chuvas grossas... Onde já se viu uma fênix reclamar do calor? Eu renasci nestes aspectos, como os largar sem mais nem menos? Se o frio assola, não me incomoda, ele sempre me consola. As estrelas sempre ouviram meus sussurros de socorro, me acudiram nos meus momentos de insanidade e a lua secará minhas lágrimas. Tão grata.... Uma dívida é eterna.quarta-feira, 28 de agosto de 2013
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Talvez eu devesse parar um pouco. Deixar de insistir o que está óbvio que é "falso". Sinto-me em um avião em pleno voo, só deus sabendo como cheguei ali, onde não sei se me jogo ou se fico. Pensei em me atirar e foi o que fiz após analisar muito a situação, mas parece que esqueci do paraquedas... Agora é rezar para que aja algo no chão que interrompa a minha queda, ou mais uma vez irei me despedaçar. Pior é que sinto que desta vez algo será diferente, como se do nada asas crescessem nas minhas costas e eu fosse capaz de voar e salvar-me.
domingo, 25 de agosto de 2013
Princess of Dreams
"Princesa dos sonhos"... As pessoas buscam inspiração, confiança, uma estrela guia no céu obscuro que as tire da solidão. Quem sabe até um sentimento de paz dentre tufões. E eu? Bem, só quero dar esse sentimento de catarse (paz pós desespero) para as pessoas mesmo que elas tenham que descobrir isso nas minhas próprias confusões.
sábado, 17 de agosto de 2013
No fundo dos teus olhos
A dor de perder quem nós amamos... Seja um amigo(a), namorado(a), um primo(a), um tio(a), um irmão(a), nossos pais, avós, avôs e até animais de estimação. Sempre doerá de forma que nada cururá, mas que uma hora será esquecido de forma que só sorrisos nos sobrarão como lembrança. De qualquer forma, dói de forma desumana quando você se vê sem aquele alguém especial ali, ao seu lado, te guiando, ajudando ou só fazendo companhia.Não se deseja a morte nem para seu pior inimigo, e para quem acha idiota, eu digo que se importar com quem a gente ama é normal, é comum, sentir falta deles é ainda mais. Por isso derramo quantas lágrimas der por um bichinho, um cão pelo qual nem era muito próxima, mas só por ele ter sido importante, só por eu gostar dele, por o ter visto crescer. Houve momentos que tive vontade de bater nele -- mesmo não efetuando -- como quando ele roubou a metade do meu pastel e outros que senti vontade de abraçá-lo. Só quero dizer adeus para ele, que deu seus últimos suspiros olhando para mim.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
As páginas de uma vida desorganizada
Eu vivo dando voltas no mesmo circulo onde me enfiei nem Deus sabe como ou porque.
Eu vivo rodando meu próprio mundo fazendo com que tudo volte para a mesma origem.
Eu vivo sonhando com coisas impossíveis que nunca se realizarão ou por serem realmente improváveis ou só por eu não o devido esforço para que aconteçam.
Eu vivo aqui, olhando para o mesmo céu, com as incertezas de sempre na cabeça rezando para que tudo passe, mas sempre retorna.
Eu vivo cercada de versos avulsos, medo de errar e de ser feliz, de arriscar e sofrer.
Eu vivo assim, sentada no escuro, rabiscando "nada importante" ao menos como alego para quem tenta chegar perto, pois as vezes não preciso de conselho, apenas alguém que me escute e ajude a por as ideias no lugar.
Eu vivo imaginando o que as estrelas devem fazer na imensidão azul que fica sobre nossas cabeças.
Eu vivo derramando as mesmas lágrimas, pelos mesmos motivos, dando os sorrisos falsos para tranquilizar quem demonstra se importar.
Eu vivo assim, sem poder parar e fugir de tudo, por falta de coragem, por receio do que posso encontrar fora do ciclo em que estou, mas por pura frustração de uma vez que tentei dar um passo fora da rotina e acabei caindo do penhasco.
Eu vivo rodando meu próprio mundo fazendo com que tudo volte para a mesma origem.
Eu vivo sonhando com coisas impossíveis que nunca se realizarão ou por serem realmente improváveis ou só por eu não o devido esforço para que aconteçam.
Eu vivo aqui, olhando para o mesmo céu, com as incertezas de sempre na cabeça rezando para que tudo passe, mas sempre retorna.
Eu vivo cercada de versos avulsos, medo de errar e de ser feliz, de arriscar e sofrer.
Eu vivo assim, sentada no escuro, rabiscando "nada importante" ao menos como alego para quem tenta chegar perto, pois as vezes não preciso de conselho, apenas alguém que me escute e ajude a por as ideias no lugar.
Eu vivo imaginando o que as estrelas devem fazer na imensidão azul que fica sobre nossas cabeças.
Eu vivo derramando as mesmas lágrimas, pelos mesmos motivos, dando os sorrisos falsos para tranquilizar quem demonstra se importar.
Eu vivo assim, sem poder parar e fugir de tudo, por falta de coragem, por receio do que posso encontrar fora do ciclo em que estou, mas por pura frustração de uma vez que tentei dar um passo fora da rotina e acabei caindo do penhasco.
domingo, 4 de agosto de 2013
A luz de velas
E foi assim que acordei hoje, com o pensamento longe e sentindo-se invisível a ponto de ser confundida com um mero fantasma. Há dias, como o deste domingo tedioso que sou levada deste mundo e posta num outro que minhas possibilidades transformam-se em vídeos de forma que facilite minhas escolhas ou só as faça ficar ainda mais complicadas. Desta forma, vou me perdendo, saindo da trilha habitual e rumando sem destino na escuridão, mas neste dia, apesar de tanto eu reclamar de como minha vida é monótona, acabei encontrando a minha luz no meio de tanto breu, tanta agonia, tanta neblina... Eu o vi e pareceu que conseguiu iluminar o destino, como se dissesse para onde eu deveria seguir, mas será que ele me viu? Ou está me ajudando sem consciência? Isto me faz afastar deste tal caminho que me é apontado perdendo-me novamente nas minhas confusões, nos meus desesperos, nas minhas mais profundas angústias e incertezas. Segurar o livro da sua própria vida... Parece fácil, mas é difícil e muito, pois quando não há nada para ser feito você o lê relembrando dos seus erros, das suas lágrimas... Mesmo que os sorrisos venham juntos mas são fracos perante os outros. E então? Seguir a luz e esquecer o passado, deixar o livro em um lugar seguro e ir atrás do futuro ou simplesmente continuar no meu caminho obscuro, agarrada ao tal livro, vivendo sempre no passado e esquecer de uma vez por todas que um dia seremos todos felizes? Dói pensar, dói lembrar, mas o que realmente machuca são as más possibilidades, a sua parte do corpo que berra mais alto do que a boa e que diz: não, nada dará certo se você sair da trilha. Devo ouvir a voz fina e baixinha que me induz a se jogar no precipício e que seja como Deus quiser? Tantas dúvidas, tantas incertezas, tanta dor, tantas lágrimas... Estou em uma encruzilhada sem saber para que lado seguir por medo, insegurança, mas no fundo com uma vontade de ser feliz sem passar pelos maus momentos.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Tv globo de hipocrisia
Legal, eu sei, não deve ter nada a ver falar isto aqui, mas em sangue bom Giane era minha heroína, uma garota que não liga para a opinião do outro, que se veste como quer, age como gosta... Agora, fui parar para ver mais um capítulo da novela que nunca mais tinha visto e ela está pior que Amora. A "perfeição" que eles querem por em nós, reprimir as meninas que não agem como tal por não gostar de ser tratadas como bonequinhas... Nunca quis ser perfeita, as vezes penso que o meu erro está ai, mas hoje percebo que não, eu sei que sou humana, eu erro e muito, além de que não tento agradar os outros, mostro-me logo de cara, goste de mim quem goste e os incomodados que se mudem. Odeio a famosa ditadura da beleza, pois quantas garotas bonitas que não ligam para se arrumar andam por ai? Até gente famosa faz isso! Odeio ser parte de generalização ou ser chamada de ridícula por não seguir os padrões. Cabelos loiros é moda? Desculpa, as pontas do meu são vermelho (era rosa). Ah! Quer saber? Por que não posso ser quem eu sou e ser aceita pela sociedade? Tão bobo, tão idiota é aquele que se acha superior por ser o "perfeitinho" da história... Dane-se esses povo abestalhado que acredita que ser alguém fútil te leva a algum lugar, nos dias atuais é a inteligência que conta, se é vazio por dentro, desculpa, sua popularidade acaba por ai, já que não há nada para usufruir de você. Peço desculpas pelo desabafo, mas querem saber? É apenas uma verdade torta que estava inalada na minha garganta.
sábado, 20 de julho de 2013
Chegamos!
Oi gente linda do meu coação, tudo bem? Mais uma vez estou para deixar um anúncio as pessoas que leem minhas fanfic e ainda acompanham meu blog. Só vim avisar que "Os sete pares" já foi postada viu? Postei no site novo que o AnimeSpirite e no meu querido Nyah Fanfiction, então segue o link abaixo, espero que curtam. Foi feita com muito carinho por mim e por um primo. Beijos e deixem comentários!
Para quem não lembra da fanfic, segue a foto de capa ^^
Para quem não lembra da fanfic, segue a foto de capa ^^
Nyah Fanfiction (eu precisei mudar o tom de capa pra caber)
sábado, 13 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Its My
Não se engane, por detrás deste meu sorriso ou da minha careta séria se esconde coisas além do imaginário. Uma confusão, um conflito entre várias nações de pensamentos completamente diferentes querendo unificar o mundo. Sim, essa sou eu, uma cega perdida em pleno tiroteio, uma bomba prestes a explodir... Alívio? Só em momentos de desabafo, quando tento organizar as ideias que vão se acumulando e se embolando dentro da mente. As músicas que deveriam acalmar a alma não me servem, prefiro aquelas que berram e encendiam o corpo. Em chamas, uma palavra que me descreve. Uma fada que se perde na escuridão de seus pensamentos e se queima na própria luz. Normal? Fico feliz em acharem o contrário, afinal monotonia é para quem não tem criatividade para romper uma rotina e essa não sou eu. Muitos me veem tentando tarjar-me de algo pela aparência, mas deviam lembrar que um short não define caráter, apenas atitudes, além disso, muitos segredos obscuros podem se esconder atrás de um rostinho bonitinho. Não, hoje eu não me encontro nos meus dias de quietude -- na verdade quase nunca estou -- minhas tormentas voltam de segunda à segundo para me atormentar me fazendo escrever e escrever por noites sem fim, dando um dane-se a tudo que me impeça de prosseguir.
Ficar em casa me faz refletir, ficar horas na frente do espelho, tentando descobrir quem eu sou e para que raio vim parar aqui, mas como o resultado nunca vem, aqui estou eu, conversando abertamente comigo mesma e com quem se interesse por ler minhas lamúrias e meus devaneios nada agradáveis muitas vezes -- alguns até engraçados, vamos e convenhamos. Um fim? Difícil ter um fim em uma escritura sobre mim, alguém que não pretende sair daqui até mudar uma vírgula.
Ficar em casa me faz refletir, ficar horas na frente do espelho, tentando descobrir quem eu sou e para que raio vim parar aqui, mas como o resultado nunca vem, aqui estou eu, conversando abertamente comigo mesma e com quem se interesse por ler minhas lamúrias e meus devaneios nada agradáveis muitas vezes -- alguns até engraçados, vamos e convenhamos. Um fim? Difícil ter um fim em uma escritura sobre mim, alguém que não pretende sair daqui até mudar uma vírgula.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
O lago
Fim de tarde de verão no hemisfério sul, fazia calor como é de costume, o sol reluzia nas águas turvas do grande lago em que resolvi andar, quando eu era criança costumava pescar muito nos arredores do lago, as vezes ia com meu pai ou com amigos, mas na maioria das vezes ia sozinho mesmo, gostava de sentir o vento batendo no rosto, não era nem pela pescaria, mas pelo fato de ver o por do sol e pelo seu amarelo avermelhado que reluzia no horizonte.
No verão as vezes caiam chuvas, ou melhor, verdadeiros temporais durante a tarde, o que me impedia varias vezes de ir ao lago, mas até que era gostoso um final de tarde chuvoso, o céu nublado com pequenas faíscas de luz que insistiam em aparecer, os relâmpagos que assustavam os animais, os raios que caiam ninguém sabe onde. Assim que a chuva terminava, vinha um dos mais bonitos espetáculos do lago, ele se enchia de rãs e sapos que faziam um barulho ensurdecedor, dava para ouvir o canto deles a quilômetros, todos querendo copular, eu ficava horas e horas escutando os barulhos deles, era realmente lindo. No dia seguinte a chuva, eu acordava bem cedo e corria para as margens do lago para ver o que tinha acontecido, o lago muito mais cheio, as vezes transbordando, repleto de espuma branca acinzentada, fruto da noite de gritaria dos sapos e rãs, o lago estava repleto de ovos por toda parte, semanas depois as espumas davam origem a lindos girinos escuros, eu costumava pegar vários e colocar no aquário para ver todo o processo de metamorfose, durante esse tempo a beira do lago estava repleta de “sapinhos” por toda parte, era quase impossível não pisar em uma meia dúzia deles, por mais que eu tentasse não esmaga-los, parecia que eles corriam em minha direção prontos para virarem “patês de sapo”.
Gostava também de escrever, sempre levava em baixo do braço um caderninho desbotado e com poucas folhas que recebi da minha mãe no verão passado, tenha na capa o desenho do mapa-múndi e no fundo uma paisagem bucólica que nada me lembrava a minha infância, como neve e pinheiros bem verdes.
O lago fazia sentir-me nostálgico, nem sei se isso me fazia bem, porque enumeras vezes eu chorava com saudade de coisas que nem eu sabia o que era, as lagrimas não tinham significados, não representavam o momento atual e muito menos algo futuro.
Às vezes recebia visitas de amigos, mas no fundo eu não gostava de receber-los quando estava no lago, preferia a solidão de fim de tarde e a brisa fresca na face, eu continuava ali, ate o sol desaparecer de vez como uma bola de fogo se apagando dentro d’água, parecia que eu ate conseguia ouvir o barulhinho do fogo se apagando, aquele zunido de quem joga água na fogueira, ainda continuava ali por mais algumas horas, talvez esperando alguma coisa quem nem eu sei o que era.
No inicio da noite os casais costumavam se reunir na beira do lago para se flertarem, aquilo às vezes me incomodava um pouco, uma raiva de está sozinho naquele memento, se bem que nos últimos anos a companhia do lago, do sol se apagando na água e as vezes da lua era muito melhor do que qualquer coisa, as vezes os casais brigavam de uma hora para outra e depois se beijavam novamente, pura rotina de namorados, eu ficava ali, sempre a observar cada detalhe do fim de tarde, ou do inicio da noite como preferir, dava risada as vezes quando refletia e chegava a conclusão de como somos medíocres e irrelevante perante todo aquele universo de coisa acontecendo ao mesmo tempo.
Foi no inicio do inverno que algo aconteceu, isso que mudaria minha vida para sempre, como toda tarde eu sempre ia ver o por do sol, lembro-me como se fosse hoje, assim que o sol foi apagado pelas águas turvas, eu sentir um frio gélido passando pela minha espinha e chegando ate meu pescoço, nunca tinha sentindo algo parecido, parecia que alguém tinha colocado gelo nas minhas costas, ou uma linda donzela tinha assoprado meus pelos. Ao mesmo tempo em que aquilo me provocava, me deixava arrepiado de medo, parecia um fantasma querendo me dizer alguma coisa
Olhei para trás com o intuito de encontrar alguma coisa, nem sei o que esperava, um fantasma, ou uma brincadeira sem graça de uma criança perturbada, mas não, nada estava atrás de mim, voltei a olhar o horizonte e os arrepios tinham desaparecido, mas não da minha cabeça, a sensação de ter sido tocado por alguém persistiu durante o resto da noite, os casais continuavam ali, mas parecia que ninguém reparava a minha presença, as vezes eu dava alguns gritos para chamar a atenção e mesmo assim parecia que ninguém me escutava.
Isso me deixava com um sentimento tão triste, como se estivesse um vazio enorme dentro de mim, resolvi escrever sobre o que estava acontecendo naquele dia, mas quando comecei a desenhar as primeiras letras o pavor tomou conta de mim novamente, e desta vez mais forte, um sopro ainda mais gélido e forte me jogou de forma agressiva dentro do lago, mergulhei nas águas turvas do lago e o pânico adentrou meu coração machucado, percebi que estava a mais de 20 metros debaixo d’água, e o pior, vivo e parecia que respirava, via vultos brancos por todo lado, não conseguia identificar, tinham traços finos, parecia também que tinha cabelos longos e lisos, se aproximaram de mim e começaram a rir, eu gritava mas a voz não saia, tentava nadar mas não me movia, parecia que estava no meu maior pesadelo, não desejaria isso nem para o meu inimigo. Parecia que tinha acabado de tomar um soco na boca do estomago e a dor estava chegando ate a boca, cada fio de cabelo doía como pregos enfiados em minha pele.
De uma hora para outra tudo parou, sentir-me anestesiado, a dor parou, os vultos brancos se aproximaram cada vez mais e sussurraram nos meus ouvidos a seguinte frase: “nos te amamos”, a duvida tomou meu coração e eu não sabia o que fazer, alguma horas depois acordei cercado de gente ao me redor, ouvia murmurinhas dizendo, “ele quase morre,” “levem-no para o hospital”, “eu o conheço, ele sempre esta aqui”.
Adormeci novamente e acordei em casa, sozinho, mas me sentindo muito bem, revigorado, vivo, ate hoje não sei explicar o que acontecerá naquele fatídico dia. Mas uma coisa é certa, aquilo mudou a minha vida, me apaixonei pelo lago como a uma mulher, me lembrava do lago como alguém que queria ao meu lado, um amor incondicional me possuía, nascia novamente, todo fim de tarde eu estava ali, parado, vendo o sol se apagar na minha frente, eu jogava rosas para ela, por incrível que pareça eu não tive medo, muito pelo contrario, queria que tudo se repetisse novamente, mas dessa vez eu não queria acorda.
Foi ai que pulei no lago para tentar encontra a explicação de tanto amor, mas desta vez eu não voltei mais, apaguei, entrei em um túnel branco e desapareci, a minha consciência não mais existia, não sabia onde estava, não vi mais os vultos branco, somente um caminho continuo e longo no qual o meu corpo ou a minha alma que nessa altura eu não mais sentia, seguia eternamente.
Tudo que sei é que estava morto, mas feliz.
Por Fernando Lopes
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Coração de titânio
As vezes na vida tudo o que precisamos é de coragem. Outras vezes, o mundo exige de nós o uso da destreza, mas quase sempre, a única solução plausível é chorar.
A questão é que não deixo as pessoas se aproximarem demais de mim, tenho medo que descubram minhas fraquezas e as usem contra mim. Por este motivo, me cubro com uma armadura forte e invisível que afasta de mim toda e qualquer pessoa que se aproxime.
Por causa disto, perco amizades facilmente e aliado a uma timidez em níveis astronômicos que não me permite uma socialização de qualquer tipo, torno-me um ser solitário, um fantasma no meio da multidão.
São ótimos os motivos que me levam a chorar desesperadamente. O mais difícil é mudar, ainda mais por não acreditar nas pessoas. Expresso todos os meus desejos no que escrevo, na esperança de me conscientizar, tirar-me de dentro de mim mesma.
Meu modo de me comportar é rude, mas só por fora, já que por dentro sou mole. Já perdi grandes "oportunidades" por viver de tal forma.... Por que não posso ser diferente? Conseguir falar coisas duras de forma sutil, dizer o que sinto de uma forma direta, disfarçada e clara...
A questão é que não deixo as pessoas se aproximarem demais de mim, tenho medo que descubram minhas fraquezas e as usem contra mim. Por este motivo, me cubro com uma armadura forte e invisível que afasta de mim toda e qualquer pessoa que se aproxime.
Por causa disto, perco amizades facilmente e aliado a uma timidez em níveis astronômicos que não me permite uma socialização de qualquer tipo, torno-me um ser solitário, um fantasma no meio da multidão.
São ótimos os motivos que me levam a chorar desesperadamente. O mais difícil é mudar, ainda mais por não acreditar nas pessoas. Expresso todos os meus desejos no que escrevo, na esperança de me conscientizar, tirar-me de dentro de mim mesma.
Meu modo de me comportar é rude, mas só por fora, já que por dentro sou mole. Já perdi grandes "oportunidades" por viver de tal forma.... Por que não posso ser diferente? Conseguir falar coisas duras de forma sutil, dizer o que sinto de uma forma direta, disfarçada e clara...
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Renova-me...
Faz-me crer que tem jeito, ó guardiãs da natureza, faz-me relembrar de teus ensinamentos, das tuas iluminações, de teus passos. Voa para perto de mim, transforma-te em tua discípula novamente, carrega-me contigo para a raiz de tuas origens.
Leva embora do meu coração todo mal que o aflige, purifica minha alma, me faz crer em tua beleza e sabedoria. Saiba apenas que sou fiel a sua existência, apesar de que, infelizmente diga-se de passagem, só em meu subconsciente.
Só de ti imaginar bailando pela Terra dos humanos, distribuindo sorrisos de paz já fico tranquila, sabendo que as minhas protetoras estão comigo, então continuem!
Eu consigo ouvir a voz antiga que emite um grito rouco e me pergunto o que deixou a lua ao alcance do toque. Você se encontra incapaz de me guiar, mas não consegue achar alguém que me aconchegue e isso parece natural para ti assim como o branco tornando-se laranja na troca de estação. Quando o achar, ilumine-o discretamente, de uma maneira que só eu possa perceber. Compreenda, não quero um amor bandido, apenas um amigo que esteja e seja como eu.
E eu que achava que a dor não voltava
Já que não posso berrar para o mundo os palavrões que se encontram entalados na minha garganta, utilizo-me da escrita, o melhor jeito de acalmar minha alma e definir um compasso a meu coração. Se é amor? Não! Este sentimento não me perturba à tempos e deste não sinto um pingo de saudade. Todo este distúrbio é apenas reflexos de más escolhas e/ou de sequências de atos.
Sinto-me como nos tempos que se passaram, carregada de ódio e angústia, apesar de que, há uma grande diferença entre os motivos que levam a estes sentimentos.
Meu sorriso não é mais o mesmo, é apenas algo que transparece, fazendo com que não se preocupem comigo, que acreditem que eu realmente estou bem, uma mentira necessária? Talvez não. Sem ela, o sentimento de solidão não estaria aqui, estaria?
Sou uma ninfa de faixada, digo, elas são seres calmos, que demonstram tranquilidade e de tranquila eu só tenho meus medos, fora isso, sou um vulcão prestes a entrar em erupção, derrubando tudo o que estiver pela frente. Se bem que pareço mais um vulcão entupido, pois sempre guardo minhas mágoas para mim ou em pedaços de papel que se entulham nos cadernos, classificadores e no notebook.
Por que a tristeza me persegue? Ela não pode ir embora, em busca de uma pessoa melhor para brincar? Alguém mais interessante ou que ainda não sofreu, ao contrário de mim. Dizem que depois da chuva sempre vem o sol, então, por que o meu ainda não brilhou? Por que as nuvens não deixam o sol brilhar?
Lá estou eu, pela rua, com o meu fone de ouvido em seu devido lugar tocando músicas que não ajudam nem um pouco por desejo meu, caminhando, a cada passo uma lágrima caindo. Pelo que? Nem eu sei, mas de uns tempos para cá passei a me acostumar por chorar sem motivo. Até as pessoas que me faziam sorrir parecem que não tem força suficiente sobre esse mal que me afeta, ou então ele crescera ficando imune a eles.
Eu só quero paz, não quero guerrilhar para não obter sucesso como venho fazendo, se for para lutar, que seja para vencer, se for para deixar este transe perturbador, que seja pela libertação da minha mente. Se for para achar um outro caminho para tornar este sorriso verdadeiro e sincero, então eu sigo em frente e que a luz das fadas me ilumine, pois é do que eu preciso.
Sinto-me como nos tempos que se passaram, carregada de ódio e angústia, apesar de que, há uma grande diferença entre os motivos que levam a estes sentimentos.
Meu sorriso não é mais o mesmo, é apenas algo que transparece, fazendo com que não se preocupem comigo, que acreditem que eu realmente estou bem, uma mentira necessária? Talvez não. Sem ela, o sentimento de solidão não estaria aqui, estaria?Sou uma ninfa de faixada, digo, elas são seres calmos, que demonstram tranquilidade e de tranquila eu só tenho meus medos, fora isso, sou um vulcão prestes a entrar em erupção, derrubando tudo o que estiver pela frente. Se bem que pareço mais um vulcão entupido, pois sempre guardo minhas mágoas para mim ou em pedaços de papel que se entulham nos cadernos, classificadores e no notebook.
Por que a tristeza me persegue? Ela não pode ir embora, em busca de uma pessoa melhor para brincar? Alguém mais interessante ou que ainda não sofreu, ao contrário de mim. Dizem que depois da chuva sempre vem o sol, então, por que o meu ainda não brilhou? Por que as nuvens não deixam o sol brilhar?
Lá estou eu, pela rua, com o meu fone de ouvido em seu devido lugar tocando músicas que não ajudam nem um pouco por desejo meu, caminhando, a cada passo uma lágrima caindo. Pelo que? Nem eu sei, mas de uns tempos para cá passei a me acostumar por chorar sem motivo. Até as pessoas que me faziam sorrir parecem que não tem força suficiente sobre esse mal que me afeta, ou então ele crescera ficando imune a eles.
Eu só quero paz, não quero guerrilhar para não obter sucesso como venho fazendo, se for para lutar, que seja para vencer, se for para deixar este transe perturbador, que seja pela libertação da minha mente. Se for para achar um outro caminho para tornar este sorriso verdadeiro e sincero, então eu sigo em frente e que a luz das fadas me ilumine, pois é do que eu preciso.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Como um bater de asas de uma fada...
Não, eu não queria me apaixonar por ninguém, para mim seria um fardo e por esse fato, escrevi e reescrevi várias vezes essas palavras em tudo que era canto para conscientizar meu coração, mas como ele é um ser travesso, não me deu ouvidos e tudo que eu não queria se tornou realidade.
Te sinto tão longe, tão distante, como uma estrela que por mais que eu estique o braço não consigo alcançar. Pode ser isso, você uma estrela e eu uma fada sem asas, impossibilitada de voar ao seu encontro. Ou talvez eu precise sonhar menos e esperar que mais essa maré passe.
E se não for só mais um devaneio? E se dessa vez for sério? Isso só os ventos do tempo dirão para os meus ouvidos. E o que faço por enquanto? Fico na minha e espero tudo fluir naturalmente ou ajo de uma forma diferente? Pode ser só uma tolice da minha parte, mas... E se não for?
É cruel ter hormônios a flor da pele, é tenebroso ser uma adolescente, a insegura te cerca e você não sabe para quem berrar por ajuda ou para que lado correr... É ainda pior ser uma jovem desastrada que tropeça do nada e cai em buracos escuros e profundos sem nem ao menos os ver direito.
Confusão, é o sentimento que não me abandona nunca e me deixa no meio de um maremoto mesmo em dias de sol, de céus perfeitos. Mesmo assim, uma verdade afirmo, é nas noites de céus estrelados que te encontro, que te contemplo com o olhar, que sussurro para que me salve de mim mesma...
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Raio de luz no meio do céu sem estrelas
Me sinto cercada por meros vultos trajados de longas capas pretas enquanto agonizo no meio, sendo torturada por apenas reviver um passado tortuoso. Lutar? A luta já foi perdida antes mesmo de ser começada. Forças me faltam para poder sair do meio destas trevas e "matar" todos esses medos que me atormentam no momento.
Levanto os olhos e lá estão descendo como clarões do céu tingido de azul escuro. Não, eu não tenho forças, mas eles possuem e de uma forma maior que a minha. Eles sim, são fortes e capazes de se alto proteger ao mesmo tempo que protegem os seus aos redor. Com seus "canhões" de luz translúcida conseguiram aniquilar todos os meus males e me salvar de mim mesma e por esse fator, eu sou grata a eles sempre.
Bem, foi um pequeno trecho para elogiar uns amigos meus novos, antigos e arcaicos. Apesar de pequenos, eu acho expressivo e... Bem, morro sem eles.
sábado, 30 de março de 2013
Tudo o que eu mais queria...
Um colo para chorar, é tudo o que eu peço no momento. O que tinha tudo para ser um feriado chato se tornou o pior dos meus pesadelos juvenis. Eu quero um abraço, um beijo na testa ou só uma voz que console e diga "está tudo bem". Sinto-me uma garota que foi submetida a graves torturas e agora não tem forças para gritar ao mundo como dói ser eu.
Tenho vontade de gritar um "foda-se" tão alto que até os japoneses em seus momentos de descanso possam ouvir e compreender, mas sinto como se algo envolvesse minha boca, me silenciando, me permitindo apenas chorar para me expressar...
Por que os dias não podem passar na velocidade da luz? Não, os dias é pouco. Por que não logo todo um ano de "Ditadura" não pode passar feito um DVD que está sendo adiantado?
Minha vida está como um furacão lerdo: Bagunçada. Mas ela sempre está assim, eu poderia apenas aceitar de orelhas baixas e coleira no pescoço, mas não, eu tinha que ser dura na queda, ou melhor, uma cabeça dura que não gosta de voltar a trás e concertar um erro passado.
O engraçado, é que eu não faço ideia de quando isso começou. Quando eu comecei a me tornar diferente, quando eu comecei a ser tratada assim. Poderia ser de outra raça, mas não tenho chifres como os diclonius (tipo em Elfen Lied).
Eu só desejo ter um dia de sol no meio de tanta tempestade. Só quero ver um olhar amigo no fim do túnel me estendendo a mão e dando um sorrindo que diz: "Hey, calma. Eu vou selar seu medo" como Ulr disse a Gray (em Fairy Tail). Mas como eu sempre peço demais, nada nunca se realiza.
No fim, me sinto como uma Yuno da vida (de Mirai Nikki), alguém que faz besteiras por que está em busca de uma luz no meio de tantas trevas, mas parece que só terei descanso após uma morte sendo ela real ou não. Nesse caso do não, quero dizer me transformar em uma fênix, morrer e renascer dentre as minhas próprias cinzas que no caso seriam meus erros.
terça-feira, 26 de março de 2013
Um único suspiro, um turbilhão de significados
Estou cansada de correr contra o tic-tac do relógio para no final dar de cara com o chão ou um muro. Cansada de que outras pessoas queiram interferir nas minhas escolhas, ditando o que é certo ou o que é errado, pode até "ser para o meu bem" como a maioria alega, mas acho que minha idade já me permite ter o poder de escolha.
Tudo demora para acontecer, e o meu estilo próton (positivo) de ser me permite aproveitar cada momento antes de que ele aconteça, mas... Parece que ainda fazem esse "favor" para mim, me enxergam como uma indefesa criança que implora por proteção.
As vezes eu só quero deitar na minha cama e ficar olhando para o teto enquanto os meus fones berram algumas palavras misturadas acompanhadas de um ritmo... Sonhar de olhos abertos, cantar loucamente só por diversão enquanto dança em cima da cama... Trocar de roupa inúmeras vezes só por zoação ou até chorar dramaticamente por causa de uma música, cena (de mangá, anime ou novela), mas nunca posso, sempre é errado ou é "pecado". Se é pecado ser feliz, eu quero pecar e muito!
Tudo demora para acontecer, e o meu estilo próton (positivo) de ser me permite aproveitar cada momento antes de que ele aconteça, mas... Parece que ainda fazem esse "favor" para mim, me enxergam como uma indefesa criança que implora por proteção.
As vezes eu só quero deitar na minha cama e ficar olhando para o teto enquanto os meus fones berram algumas palavras misturadas acompanhadas de um ritmo... Sonhar de olhos abertos, cantar loucamente só por diversão enquanto dança em cima da cama... Trocar de roupa inúmeras vezes só por zoação ou até chorar dramaticamente por causa de uma música, cena (de mangá, anime ou novela), mas nunca posso, sempre é errado ou é "pecado". Se é pecado ser feliz, eu quero pecar e muito!
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