segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Help?!

Posso não ser a bonequinha meiga e perfeita, posso não ser a melhor pessoas para se falar de amor e nem aquele bibelô bonzinho de modos angelicais. Nunca me imaginei ser perfeita ou a mais bonita, sempre preferi ser mais reservada, mais centrada no lado intelectual de ser. É estranho gostar de alguém sendo assim, você tenta imaginar o que atrairia aquele cara para você ou quando alguém gosta de ti, é imaginar o que viram em uma pessoa tão "escondida". Te cobram tanto que acaba se perdendo em sua própria mente, o pior lugar que para isso ocorrer, nada pode estar ruim, se disser que esta triste vão achar mero drama de uma adolescente surtada e que faz tempestade em copo de água. Ninguém nunca entende o que se passa na minha cabeça, o que escondo atrás de sorrisos tão reais, preferem julgar de primeira ou só acreditar nas coisas que vêem. Eu só queria uma paz, nem que por poucos dias. Aquele abraço gostoso só para ouvir o quanto odeio tal ato, mas por dentro estar amando. Brincadeiras suaves e ao mesmo tempo amigáveis para com às pessoas especiais... A saudade sempre no peito a apertar o coração já sofrido. Tanta coisa a ocupar a cabeça, desde preocupações até um sentimento de orgulho e muitos outros que se misturam ao meu cotidiano. No fim, a mesma conclusão de tudo, sorrir é sempre o melhor remédio para qualquer ferida, independente de sua profundidade.
Rey Lockser Fullbuster

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

End Dream

O que é isso? Não entendo mais nada, se é que um dia esteve tudo a meu controle... A garganta está cheia de palavras querendo sair, mas nenhuma eu deixo escapar, palavras quando não são planejadas machucam e quando chegam atrasadas não surtem efeito, o que te dá um certo tempo para procurá-las, dificulta o trabalho não ter noção do que se passa na cabeça das outras pessoas. Uns acham tal jogo divertido, não o levam a sério, mas pra mim cada passo é um perigo mortal. A sociedade não é para mim, seguir o extinto do ser humano para mim é pisar em facas, já que, com tantas diferenças no mundo e eu ainda tentando agradar a todos.
Eu tento ter a amizade de todos, na verdade tento mantê-las, mas cada qual com seu gênio diferenciado é uma malha fina. A vezes rola de o coração fazer arte, maldade maior é quem ele escolhe.

sábado, 16 de novembro de 2013

Carta anônimo

Como faz falta colocar minhas confusões em um papel secreto, nunca da em nada, assumo de primeira, mas eu ao menos fico mais calma do que falando com outra pessoa. Todos parecem saber que eu e a sociedade estamos brigadas desde que nasci, explicar melhor, não sou de ter muitas amizades  fico com quatro no máximo (imagine eu entre oito pessoas?!). Sei lá, acho que tenho sério problemas com isso. Talvez seja esse meu desconforto perante uma grande aglomeração de pessoas que não me permita ter um namorado, quem sabe seja a minha timidez astronômica que meio que me force a dizer o tão temido “não” que estou acostumada a ouvir também. 
Tolice pensar assim, namorados são fardos que ainda não tenho força para carregar. Apesar de tal pensamento, parece complô! Casais passam por mim como se dissessem "isso é para o seu recalque". Estou é ficando paranoica, afinal, este é o ano de Santo Antônio (o casamenteiro), todas rezando para ele atrás de marido. Deus me defenda de ter um garoto chato e suado me azucrinando o juízo.
Falo desse jeito para disfarçar, para mostrar que não tenho um por não precisar. Ha! Todos querem carinho, desde um leão até um passarinho. Maldita timidez... Se eu pudesse arrancá-la já o teria feito, mas não se pode. Maldade da vida ter implantado ela quando eu nasci. Os garotos e suas complexividades não ajudam muito, ai ai, só complicam.
Enquanto isso, vivo no meu canto, fugindo de tudo e de todos, ofuscando-me no escuro, onde me sinto segura. Ninguém precisa me notar não, sempre estive melhor atrás do holofote, mais confortável do que ter que equilibrar suas vontades com a de outras pessoas ou ter que aguentar ouvir asneira só por não querer brigar. Sou mais feliz aqui, na escuridão, a luz já não me quer (recíproco), só não quero morrer sozinha o resto é lucro.

Pseudônimo Melissa Lazzarolli

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Paz parcial

Que tal pessoas frias? Mistérios as cercam assim como uma bateria esconde suas emoções. Uma tentativa de desvendá-las é como cair em poço fundo, as vezes há a sorte de ter uma escada ou coisa do tipo para salvá-los, mas,e quando não há? Esse tipo de gente não age pelos sentimentos, quanto menos os usar melhor, mas tem vezes que não aguentam tanta dor oprimida acumulada e uma hora tudo desmorona. Vê-las chorar... Algo raro, difícil de ter acesso, já que costumam se lamentar em local reservado, sem gente para os observar e/ou julgar. Ao menos sabem o que esperar do mundo, sabem agir com os momentos, só não sabem líder com outros humanos, geralmente se refugiam na escuridão dos cantos, evitando contrário (seja ele direto ou indireto) com as pessoas. Uns pobres incompreendidos, mentes complexas, sofrendo por seus dons e ao mesmo tempo castigos.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Paradoxo

Mesmo o céu nublado, eu consigo ver as estrelas, não com total nitidez, mas quase tão bem que não me sinto só. Apesar disso, espero sorrindo as gotas de chuva, serão muito bem-vindas quando chegarem, claro, porque temer algo que tenta te ajudar do seu jeito torto? Todos querem a perfeição de algum jeito, seja subliminar ou escancarado, não há almas puras que vivam nesse mundo, mas há as que tentam, não que seja um erro, mas estão combatendo a podridão, algo tão comum que se tornou invisível. "Para que ver o que é ruim? Melhor é escondê-lo..." Ninguém quer ver a verdade ou que alguém descubra tal conhecimento, fechar os olhos é muito mais fácil, sonhos são doces e perfeitas ilusões, melhor eles que a própria realidade. Queria poder viver em um mundo calmo, mas se tornaria monótono. Idealizar o impossível parece ser um passatempo assim como criticar as coisas ruins após tanto tempo delas acontecendo com consentimento do povo. Quando acabar, ainda querem me fazer acreditar que a confusa (a insana da história) sou eu. Um mundo de hipócritas seguidores de uma falsa lógica na qual esconder pois pensamentos, as ideologias, é questão de sobrevivência.