Mais um ano se vai, levando sonhos encerrados e outros inacabados, realizações programadas ou não, aprendizagens de tipos diferentes, novos aromas, novas flores, novos sabores... Lágrimas e sorrisos contracenando dentre datas, as vezes, quando não havia vitória para um dos lados, uma monotonia se instalava. A imaginação voando livre, abraços apertados, saudades furta cor, brincadeiras com sabor bandido, amadurecimento que vão desde a alma até a mente. O raiar do sol a cada dia diferente apesar de parecer tão igual assim como as noites com estrelas ou nuvens. Olhares perdidos na multidão, filmes de baixo da coberta... Tantas coisas ruins que diminuíam a cada coisa boa que vai ocorrendo, é uma sensação gostosa de se sentir... Sempre esperamos que, quando acordemos na manhã seguinte, tudo esteja diferente, que coisas boas permaneçam na memória, que tudo fique positivo... Pode vir 2014, venha sem medo e sem susto, seja bem vindo...terça-feira, 31 de dezembro de 2013
2014
Mais um ano se vai, levando sonhos encerrados e outros inacabados, realizações programadas ou não, aprendizagens de tipos diferentes, novos aromas, novas flores, novos sabores... Lágrimas e sorrisos contracenando dentre datas, as vezes, quando não havia vitória para um dos lados, uma monotonia se instalava. A imaginação voando livre, abraços apertados, saudades furta cor, brincadeiras com sabor bandido, amadurecimento que vão desde a alma até a mente. O raiar do sol a cada dia diferente apesar de parecer tão igual assim como as noites com estrelas ou nuvens. Olhares perdidos na multidão, filmes de baixo da coberta... Tantas coisas ruins que diminuíam a cada coisa boa que vai ocorrendo, é uma sensação gostosa de se sentir... Sempre esperamos que, quando acordemos na manhã seguinte, tudo esteja diferente, que coisas boas permaneçam na memória, que tudo fique positivo... Pode vir 2014, venha sem medo e sem susto, seja bem vindo...domingo, 29 de dezembro de 2013
Epitácio
Sentada em um canto sem luz, apenas uma janela aberta trazendo uma brisa gélida que bate no rosto de forma inquietante, a agoniar desde os cabelos até os dedos dos pés. Quieta, observando a parede antes arroxeadas, agora de tons negros sombrios, pensando em como fora o decorrer de seu ano.
Sabe quando não se tem muito a dizer? Era assim que se sentia, e como não? Passara os dias demonstrando um nada atrás de outro, sem sorrisos quando sentia-se bem, nada de lágrimas quando estava triste, sempre a mesma cara sem informações. Abraçava às pernas fortemente, fora um erro? Acreditava que sim. Poderia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sul nascer, queria ter sorriso mais, tido menos preocupações e fazer o que queria fazer.
Agora era só esperar, esperar que ela matasse esse amo e tomasse o controle do ano que estava para nascer. Tudo o que desejava era isso...
Sabe quando não se tem muito a dizer? Era assim que se sentia, e como não? Passara os dias demonstrando um nada atrás de outro, sem sorrisos quando sentia-se bem, nada de lágrimas quando estava triste, sempre a mesma cara sem informações. Abraçava às pernas fortemente, fora um erro? Acreditava que sim. Poderia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sul nascer, queria ter sorriso mais, tido menos preocupações e fazer o que queria fazer.
Agora era só esperar, esperar que ela matasse esse amo e tomasse o controle do ano que estava para nascer. Tudo o que desejava era isso...
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
À espera
Dias de calmaria... Você se sente segura, mas ao mesmo tempo se borra de medo de algo sem motivo por ter consciência de que uma tempestade forte está vindo. Você observa a chuva que está para cai admirada, os pelos do corpo arrepiados, algo que pode te derrubar vai se aproximando e não pode-se preparar já que é sempre uma surpresa, como uma rasteira bem dada.
Hoje estou sorrindo ao mesmo tempo que rolam lágrimas, sempre há merda ou espinhos no chão para afundar nossos pés descalços, quando demos sorte achamos rosas de pétalas macias ou, quando a sorte é pouca, um chão puramente plano. Só nos ajuda a nos proteger o pensamento de que nossos amigos nos auxiliaram apesar de alguns sempre virarem as costas.
Sabe quando você para em um cruzamento sem saber para onde ir? Fica na esquina, pensando nas possibilidades -- os prós e os contra de cada caminho. é só esperar para ver o que acontece, para saber se o céu vai cair ou se um mundo vai se acabar para que um novo possa nascer.
Hoje estou sorrindo ao mesmo tempo que rolam lágrimas, sempre há merda ou espinhos no chão para afundar nossos pés descalços, quando demos sorte achamos rosas de pétalas macias ou, quando a sorte é pouca, um chão puramente plano. Só nos ajuda a nos proteger o pensamento de que nossos amigos nos auxiliaram apesar de alguns sempre virarem as costas.
Sabe quando você para em um cruzamento sem saber para onde ir? Fica na esquina, pensando nas possibilidades -- os prós e os contra de cada caminho. é só esperar para ver o que acontece, para saber se o céu vai cair ou se um mundo vai se acabar para que um novo possa nascer.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Liberdade, abra as asa sobre nós
Eu quero chegar até o céu, beijar cada uma das milhões de estrelas de todo o universo, ter um caso com a lua, dormir uma noite em cada nuvem, ouvir bem de pertinho o cantar de pássaros sem gaiola, sentir a brisa correr pelo azul sem fim, cantar com os curumins, tornar-se esposa do sol e assim caminhar para um sereno sonho profundo.
Quero correr descalça de Manaus a Tóquio, sentindo o solo variado nos meus pés; subir uma montanha e quem sabe tomar café em seu topo, rodopiar com os tornados, fazer companhia ao saci, procurar o curupira para com ele fazer uma festa e montar na mula sem cabeça enquanto prepara mashimellow no fogo que sai de seu pescoço.
Mergulhar até os recifes de corais, nadar ao lado desde golfinhos até tubarões, usar o estômago de uma baleia como meio de transporte para sair pela cavidade em que ela respira, brincar dentre as centenas de estrelas-do-mar, buscar sereias...
Eu só quero deixar sem limite a imaginação já que é somente com ela sem nada a prender que um dia conseguimos chegar a um estado de paz, voar nas asas da liberdade e sentir teu gosto.Meu maior medo
Não é de não fazer amigos que tenho medo, julgava-me uma anti-social, mas onde já se viu um ser solitário com imã para amizades? Meu medo é se apegar demais as pessoas para depois vê-las partir do nada ou serem afastadas de mim por um terceiro.
É cruel para qualquer coração dizer adeus, mesmo que seja só um "até logo".
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Só isso, mais nada...
Sei não, tem dias que estou nas nuvens, outros que me encontro fincada no chão e outros que fico no meio termo. Sou como o mar, instável - bela comparação. Não tenho nada específico a comentar, nada ocorreu, pena, hoje tinha cara de ser maravilhoso. Quem sabe num outro dia tudo esteja melhor?
13 de janeiro de 2011
Cara amiga,
Não sei o motivo ao certo só que me sinto solitária neste dia ou quem sabe um fardo daqueles bem pesados. Para ficar um dia mais drástico eu aconselhava chuva. Você está com seus problemas, não tem noção do quanto eu estou preocupada, do quanto quero estar ai... Vontade louca de chorar muito até surgir um rio, nesta cidade, cada vez mais me sinto perdida. Pode ser um baita drama ou momento de raiva, por isso resolvi caminhar, colocar as idéias no lugar, contemplar melhor o céu. A muito tempo não escrevo nada decente, pode ser a má fase. É, eu não sou a mulher maravilha que achei ser, não chego aos pés nem da Júvia ou da Lucy, não tenho o espírito da Yuno - este viria bem a calhar - nem o coração da Mei... Sou uma criança crescida afinal, totalmente sem maturidade. Acho que você é a única que me entende. Todos me olham com cara de pena... O problema me persegue ou eu sou o grande problema da vida de todos. Às pessoas não tem salvação como um dia eu pensei.
Preciso de sua ajuda
Melissa A. Silva
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